Inclusão - Uma Realidade que os números não mostram

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  O ser humano é um ser único com o seu conjunto biológico e seu contexto social. A diversidade humana é bastante rica e, ao mesmo tempo, pode ser complexa, principalmente, quando a característica da diferença que tratamos é uma deficiência. Por mais que evoluamos com tecnologias avançadas o olhar para uma pessoa "diferente” continua existindo. A diversidade humana com todo o seu diferencial é bem discutida no meio educacional nos dias atuais e, segundo Mantoan (2003) “ está sendo cada vez mais desvelada e destacada e é condição imprescindível para se entender como aprendemos e como compreendemos o mundo e a nós mesmos” . No entanto, a maioria das instituições brasileiras não está preparada para trabalhar com as diferenças de uma deficiência. Buscam apoio nas secretarias de educação que devido à falta de estrutura e de pessoal, na maioria das vezes, não conseguem suprir as necessidades de suas unidades escolares que lançam sobre os professores a responsabilidade de arcar com os al...

Perspectiva relativa.



Afinal de contas, onde está o sentido das coisas?
Na criança que perde sua vida antes de completar cinco anos de idade? Sem ao menos ter vivido as experiências da vida? No ancião que viveu décadas e décadas e agora por ter vivido tanto esquece de suas lembranças sejam as mais lindas que viveu ou mais terríveis e, inclusive. de seus filhos e entes queridos?
Tudo depende do como você vê.

Talvez a resposta esteja no adolescente que ainda tem tanto para viver, no entanto, se perde ou nos livros que estuda dia e noite ou nas ruas com as drogas lícitas e ilícitas. 
Pensando bem, deve ser no adulto atabalhoado de tarefas sem tempo pra família ou para si mesmo.

A perspectiva é relativa.
A realidade é complexa quando encarada de forma individual, mas é normal quando vista no coletivo.
Somos todos parte de um mundo, de um todo que olhado de cima demonstra perfeitamente que não passamos de mais um nesse planeta, de uma mera estatística, imperceptíveis, um átomo! 

O mais estranho nisso é que, em nosso íntimo, em nosso mundo interior nos sentimos tão importantes, tão grandes, tão...tão...! E no final...

Sei que é relativo, para mim nada tem sentido.
Se temos a oportunidade de crescer, ficamos ansiosos para nos tornarmos adultos, ao adultos trabalhamos muito para termos o alimento em casa e quiçá um pouco de conforto, quando amadurecidos com as rugas chegando, começamos a perceber que poderíamos ter feito diferente e ao envelhecermos se pudermos lembrar do que vivemos já vai ser um grande trunfo.

A perspectiva é relativa.






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