Inclusão - Uma Realidade que os números não mostram

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  O ser humano é um ser único com o seu conjunto biológico e seu contexto social. A diversidade humana é bastante rica e, ao mesmo tempo, pode ser complexa, principalmente, quando a característica da diferença que tratamos é uma deficiência. Por mais que evoluamos com tecnologias avançadas o olhar para uma pessoa "diferente” continua existindo. A diversidade humana com todo o seu diferencial é bem discutida no meio educacional nos dias atuais e, segundo Mantoan (2003) “ está sendo cada vez mais desvelada e destacada e é condição imprescindível para se entender como aprendemos e como compreendemos o mundo e a nós mesmos” . No entanto, a maioria das instituições brasileiras não está preparada para trabalhar com as diferenças de uma deficiência. Buscam apoio nas secretarias de educação que devido à falta de estrutura e de pessoal, na maioria das vezes, não conseguem suprir as necessidades de suas unidades escolares que lançam sobre os professores a responsabilidade de arcar com os al...

Nada como um cafezinho






O Brasil é um dos maiores produtores de café, porém o de melhor qualidade vai para o exterior. Mas tirando esta informação, todo brasileiro, se não todo pelo menos a maioria é apaixonada por um cafezinho. Pode-se perceber isto nas cafeterias.
Nada como uma para poder conversar, discutir assuntos e aproximar-se de alguém “entre uma xícara e outra”.
Um cafezinho sempre cai bem.
Em uma cafeteria nota-se olhares atentos e desatentos, alheios ou limítrofes à vida, entretanto o que importa é que mesmo o café de melhor qualidade do Brasil sendo exportado, os brasileiros não abrem mão de consumir o “resto” que fica.
Foram divulgados estimativas pelo MAPA (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento) apontando que o consumo total de café no Brasil cresceu na última década 4% ao ano aproximadamente.


Agora, entre uma xícara e outra, um vapor alucinado e uma conversa há uma correlação do Ser ou do não Ser, um universo paralelo cujo anelo sentido pelo instinto apresenta-se entrelaçado nas letras frias e cafés quentes tão necessários às mentes brilhantes quanto ao suor escorrido pelo cansaço do raciocínio ou por deslizar no instante do prazer do instinto humano indispensável à vida nem que só para um alívio energético em um momento cotidiano de prazer deliciosamente degustado sem pressa para a próxima reunião ou para o regresso ao trabalho ou simplesmente para o regresso à nossa vida costumeira.


Agora, vilão ou aliado?

Alguns pesquisadores garantem que  é um aliado à sáude, que estimula o foco e a atenção ajudando a combater a depressão. Enquanto outros afirmam que pode prejudicá-la, causando arritmia, problemas gastrointestinais e insônia.
Entretanto, a maioria dos pesquisadores concordam que o limite entre os benefícios e os prejuízos da bebida é a quantidade que é consumida e o modo de preparo. A nutricionista Andressa Barbosa, coordenadora do programa de Educação Nutricional Viva Melhor da Risa Restaurantes Empresariais, explica que “Tudo que é consumido em excesso pode fazer mal. O café pode trazer efeitos negativos em algumas pessoas, como dor de cabeça, insônia, ansiedade e até mesmo irritabilidade”.

A maneira como o café é preparado faz muita diferença. Dois elementos químicos conhecidos dos grãos do café, o cafestol e o caveol, aumentam os níveis de colesterol no sangue. Segundo Tatiane Muniz de Oliveira, nutricionista do Hospital Israelita Albert Einstein “A água quente usada para o preparo remove dos grãos algumas dessas substâncias gordurosas que colaboram para o aumento do colesterol sanguíneo. Os filtros de papel ajudam a reter o restante dessas substâncias, mas o coador de pano não”.


Contudo, a diferença entre o remédio e o veneno é a dose. A associação alerta que o ideal é não ultrapassar o limite de 150 ml a 200 ml de café/dia  (o equivalente a três ou quatro xícaras pequenas) para usufruir da bebida com prazer sem complicações, distribuídos em três porções: uma de manhã e as outras duas ou três no começo e até o fim da tarde, dando um intervalo de tempo de, ao menos, uma hora entre uma tomada e outra. 

Tome moderadamente e viva com prazer de preferência com um amigo, com pessoas verdadeiras. Nosso emocional também precisa de distração, de lazer com pessoas certas para não nos abatermos diante dos inúmeros problemas que nos sobrevêm diante da vida.

Nada como um cafezinho!



Fonte: Café faz bem ou mal à saúde

Comentários

  1. Não gosto de café. Mas bem que gostaria de gostar.
    Tomo café, pela manha e a noite.

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    1. Eu amo um cafezinho, minha flor!
      Tomo várias vezes se deixar, mas me atenho ao máximo 3 xícaras...

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