O Brasil é um dos maiores produtores de café, porém o de melhor qualidade vai para o exterior. Mas tirando esta informação, todo brasileiro, se não todo pelo menos a maioria é apaixonada por um cafezinho. Pode-se perceber isto nas cafeterias.
Nada como uma para poder conversar, discutir assuntos e aproximar-se de alguém “entre uma xícara e outra”.
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Um cafezinho sempre cai bem. |
Em uma cafeteria nota-se olhares atentos e desatentos, alheios ou limítrofes à vida, entretanto o que importa é que mesmo o café de melhor qualidade do Brasil sendo exportado, os brasileiros não abrem mão de consumir o “resto” que fica.
Foram divulgados estimativas pelo MAPA (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento) apontando que o consumo total de café no Brasil cresceu na última década 4% ao ano aproximadamente.
Agora, entre uma xícara e outra, um vapor alucinado e uma conversa há uma correlação do Ser ou do não Ser, um universo paralelo cujo anelo sentido pelo instinto apresenta-se entrelaçado nas letras frias e cafés quentes tão necessários às mentes brilhantes quanto ao suor escorrido pelo cansaço do raciocínio ou por deslizar no instante do prazer do instinto humano indispensável à vida nem que só para um alívio energético em um momento cotidiano de prazer deliciosamente degustado sem pressa para a próxima reunião ou para o regresso ao trabalho ou simplesmente para o regresso à nossa vida costumeira.
Agora, vilão ou aliado?
Alguns pesquisadores garantem que é um aliado à sáude, que estimula o foco e a atenção ajudando a combater a depressão. Enquanto outros afirmam
que pode prejudicá-la, causando arritmia, problemas gastrointestinais e
insônia.
Entretanto, a maioria dos pesquisadores concordam que o
limite entre os benefícios e os prejuízos da bebida é a quantidade que é
consumida e o modo de preparo. A nutricionista Andressa Barbosa, coordenadora
do programa de Educação Nutricional Viva Melhor da Risa Restaurantes
Empresariais, explica que “Tudo que é consumido em excesso pode fazer mal. O
café pode trazer efeitos negativos em algumas pessoas, como dor de
cabeça, insônia, ansiedade e até mesmo irritabilidade”.
A maneira como o café é preparado
faz muita diferença. Dois elementos químicos conhecidos dos grãos do
café, o cafestol e o caveol, aumentam os níveis de colesterol no sangue. Segundo
Tatiane Muniz de Oliveira, nutricionista do Hospital Israelita Albert Einstein “A
água quente usada para o preparo remove dos grãos algumas dessas substâncias
gordurosas que colaboram para o aumento do colesterol sanguíneo. Os filtros de
papel ajudam a reter o restante dessas substâncias, mas o coador de pano não”.
Contudo, a diferença entre o remédio e
o veneno é a dose. A associação alerta que o ideal é não ultrapassar o limite de 150 ml a 200 ml de café/dia (o equivalente a três ou quatro xícaras pequenas) para usufruir da bebida com prazer sem complicações, distribuídos em
três porções: uma de manhã e as outras duas ou três no começo e até o fim da
tarde, dando um intervalo de tempo de, ao menos, uma hora entre uma tomada e outra.
Tome moderadamente e viva com prazer de preferência com um amigo, com pessoas verdadeiras. Nosso emocional também precisa de distração, de lazer com pessoas certas para não nos abatermos diante dos inúmeros problemas que nos sobrevêm diante da vida.
Nada como um cafezinho!
Fonte: Café faz bem ou mal à saúde
Não gosto de café. Mas bem que gostaria de gostar.
ResponderExcluirTomo café, pela manha e a noite.
Eu amo um cafezinho, minha flor!
ExcluirTomo várias vezes se deixar, mas me atenho ao máximo 3 xícaras...